O mercado de aluguel na Toscana começou 2026 com forte pressão de alta, consolidando a região como uma das mais dinâmicas da Itália no segmento de renda imobiliária.
Florença aparece entre as cidades mais caras do país para locação, com valores médios que já superam € 20/m² em diversas zonas centrais e semi-centrais, impulsionados pela combinação de turismo, estudantes internacionais e oferta limitada de imóveis.
O fenômeno não está restrito ao centro histórico. Bairros periféricos bem conectados, como Novoli, Rifredi e Campo di Marte, vêm registrando aumento consistente nos preços, refletindo uma migração da demanda em busca de custo-benefício, algo que chama atenção de investidores atentos.
Outro fator relevante é a crescente regulamentação sobre aluguéis de curta duração, que vem deslocando parte da oferta para contratos tradicionais de médio e longo prazo, aumentando a competição e pressionando ainda mais os valores.
A tendência é de continuidade na alta dos aluguéis, especialmente em cidades com forte apelo internacional como Florença.
A escassez de oferta, combinada com demanda estrutural (turismo + estudantes + trabalhadores), cria um cenário favorável para investidores focados em renda, com yields potencialmente mais atrativos do que em mercados mais maduros como Milão.
Entre 2022 e 2024, o mercado de locação na Itália passou por um ajuste importante, principalmente com a volta do turismo pós-pandemia e mudanças regulatórias em cidades históricas.Em 2025 e 2026, vemos um novo cenário:
Na Toscana, isso é ainda mais evidente por conta da limitação urbanística e do apelo global da região.Além disso, com a valorização dos imóveis e a alta dos aluguéis acontecendo simultaneamente, o investidor se beneficia de dupla alavanca: ganho de capital + renda mensal.