A Toscana voltou ao centro do interesse internacional em 2026.
Segundo dados recentes, a demanda por imóveis por compradores estrangeiros cresceu significativamente, impulsionando os preços em até +12% em regiões estratégicas.
Cidades como Siena, Pisa, Lucca e Arezzo lideram a valorização, especialmente em propriedades rurais reformadas, villas históricas e imóveis com potencial para aluguel turístico.
O perfil do comprador inclui investidores dos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e também novos entrantes da Europa do Norte.
O ticket médio na região ainda se mantém competitivo, variando entre €2.500 e €4.500/m², dependendo da localização e do padrão do imóvel, o que mantém a Toscana como uma das regiões com melhor equilíbrio entre custo e valorização na Itália.
A tendência é de continuidade da valorização, principalmente em áreas com apelo turístico e qualidade de vida elevada. A Toscana se consolida como destino híbrido: uso pessoal + renda com aluguel de curta e média duração.
Entre 2022 e 2024, a Toscana manteve crescimento estável, mesmo com juros mais altos, graças à forte demanda internacional.
Agora, entre 2025 e 2027, o cenário se fortalece com o retorno do turismo global e maior busca por qualidade de vida.
Dados de instituições como Nomisma e Tecnocasa já indicavam esse movimento: regiões com apelo cultural e paisagístico tendem a ter maior resiliência e valorização consistente.
Focar em imóveis para renovação em cidades secundárias da Toscana (como Arezzo e Lucca), onde ainda é possível comprar abaixo de €2.500/m² e capturar valorização após reforma e reposicionamento para aluguel turístico.