A Toscana voltou ao centro das atenções do mercado imobiliário italiano.
Segundo levantamento recente da eXp Italia publicado pelo Idealista, a região concentra 41,5% de todos os imóveis de luxo anunciados na Itália, considerando propriedades acima de €2 milhões.
Esse percentual impressiona ainda mais quando comparado a outras regiões estratégicas do país.
A Lombardia aparece em segundo lugar com 19,3%, impulsionada principalmente por Milão e Lago di Como, enquanto o Lazio, com Roma, registra 6,8%.
A força da Toscana está diretamente ligada à demanda internacional.
Cidades como Florença, Siena, Lucca, Chianti e Forte dei Marmi seguem entre as preferidas de compradores estrangeiros de alto patrimônio, especialmente americanos, suíços, britânicos e investidores do Oriente Médio.
Além do valor cultural e histórico, a região oferece um forte componente de escassez imobiliária no segmento premium, o que sustenta preços por metro quadrado elevados e potencial de valorização contínua.
O movimento indica forte tendência de valorização contínua no segmento de luxo entre 2026 e 2027, especialmente em áreas turísticas consolidadas.A combinação entre:
sugere continuidade do crescimento dos preços, especialmente em Florença e no eixo Chianti–Siena.
Historicamente, entre 2022 e 2024, o mercado italiano viveu recuperação consistente após o período de retração pós-pandemia, com aceleração maior em regiões com forte apelo internacional.
A Toscana foi uma das maiores beneficiadas, principalmente devido ao turismo de luxo, nômades internacionais e compradores em busca de proteção patrimonial em euro.
Para 2025–2027, a tendência é de:
Para investidores estrangeiros, as melhores oportunidades hoje estão em:
Idealista Italia